Maringá atinge nona posição entre maiores exportadores brasileiros

Maringá atinge nona posição entre maiores exportadores brasileirosEm julho a balança comercial de Maringá somou US$ 255,37 milhões, alta de 29,3% em relação ao mesmo mês do ano passado e queda de 2% em relação a junho. Nos sete primeiros meses do ano a balança comercial somou US$ 1.226,58 bilhão.

As exportações de julho atingiram US$ 264,84 milhões, alta 18% em relação de julho de 2019 e queda de 2% em relação a junho de 2020. No acumulado do ano as exportações somaram US$ 1.396,71 bilhão, alta de 15% na comparação com igual período de 2019.
Já as importações de julho somaram US$ 9,46 milhões, com queda de 64% sobre julho de 2019 e de 13% em relação a junho. No ano, a soma é de US$ 170,14 milhões, valor 5,8% maior que em 2019.

Com os resultados, Maringá mantém a segunda posição no ranking de maiores exportadores do Paraná e avançou três posições no Brasil, ficando em nono lugar. Porém, no ranking de importações perdeu posições, sendo o oitavo município do Paraná e 104 no Brasil.

Produtos

Os principais produtos exportados foram soja (80%), açúcares (6,3%); carnes e miudezas (5,3%); milho (3,2%); e tortas e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja (2%).
Os cinco produtos mais importados foram: díodos, transístores e dispositivos semelhantes com semicondutores; dispositivos fotossensíveis semicondutores, incluídas as células fotovoltaicas, díodos emissores de luz; cristais piezoelétricos montados (52%), transformadores elétricos, conversores elétricos estáticos, bobinas de reactância e de autoindução (13%), partes e acessórios destinados às máquinas e aparelhos (3,1%), abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos, aplicados sobre matérias têxteis, papel, cartão ou outras matérias (1,6%) e circuitos integrados e microconjuntos eletrônicos (1,4%).

Países parceiros

Os cinco principais compradores de produtos maringaenses foram China (76%), Paquistão (2,4%), Bangladesh (2,3%), Irã (1,9%) e Malásia (1,3%). Já os principais fornecedores foram China (81%), Alemanha (2,1%), Itália (1,7%), Argentina e Índia (1,4% cada).

Fonte: Instituto Mercosul, Dados: Secint

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