Pandemia expande uso do reconhecimento facial para controles de acesso

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Atuando no Paraná nas cidades de Londrina, Maringá e Curitiba com mais de 10 mil clientes, a GPR Digital já contabiliza crescimento de 15% no segundo semestre de 2020 e avança para franquias em 2021

Pandemia expande uso do reconhecimento facial para controles de acesso

Com a vinda da pandemia de Covid-19 e a imediata restrição ao convívio social, os controles de acesso com cartões e digitais passaram a serem vistos com restrição e a exigirem a higienização constante como medida de proteção das pessoas. Foi nesse contexto que a tecnologia de reconhecimento facial para acesso ganhou velocidade, acelerando o processo que parece irreversível de migração das tecnologias por cartões de proximidade ou biometria de impressão digital para o facial.

Relatório recente da Global Market Insights indicou um crescimento de 18% no segmento de reconhecimento facial até 2026. De acordo com o estudo, este mercado na América do Norte terá tração significativa de 2020 a 2026. Além da demanda de setores como defesa e segurança nacional, a crescente adoção da tecnologia no varejo, assistência médica e grandes eventos está impulsionando ainda mais o crescimento deste mercado. Em valores, as estimativas são que o mercado global de reconhecimento facial deva avançar de US$ 3,9 bilhões em 2019 para US$ 7 bilhões em 2024.

No controle de acessos, o reconhecimento facial disponibiliza ferramentas modernas para entradas em condomínios, academias, escolas, empresas, construtoras e indústrias, por exemplo. A GPR Digital, que nasceu em 2005 para oferecer soluções de controle de acesso e controle de ponto, está apostando na tecnologia facial como uma solução disruptiva. A empresa que tem operações no Paraná nas cidades de Londrina, Maringá e Curitiba, e atende mais de 10 mil clientes, já visualiza o alto crescimento do mercado acelerado pela pandemia, tanto que os totens que unem reconhecimento facial, uso de máscara e checagem de temperatura já são uma realidade.

“O novo comportamento da sociedade gerado pela pandemia não mais aceitará outra forma de identificação de acesso, justamente porque o facial é mais seguro, mais eficiente e mais higiênico, além de apresentar, atualmente, valores competitivos em relação a outras tecnologias existentes no mercado”, avalia Gilson Peres da Rosa, diretor nacional da GPR Digital. Segundo ele, a perspectiva de crescimento médio da empresa com as vendas envolvendo a tecnologia de reconhecimento facial é de 12% a 15% neste segundo semestre.

Em menos de cinco meses, após o início da pandemia, o número de pessoas impactadas pela tecnologia de reconhecimento facial no Paraná entre condomínios e empresas atendidas pela GPR Digital, já é de 20 mil pessoas. “Pretendemos desenvolver cada vez mais produtos e soluções que facilitem e promovam a qualidade de vida. Queremos levar cada vez mais comodidade e segurança à sociedade. Por isso, nossos esforços não cessam em desenvolver soluções que nos coloquem cada vez mais perto deste propósito, tanto que estamos iniciando o processo de abertura de franquias da GPR Digital a partir de 2021”, concluiu.

Veja mais em: www.gprdigital.com.br

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