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Economia local liberta os pequenos negócios para concorrer com as grandes redes atacadistas

Os preços disparam nos últimos meses e alguns vegetais estão até desaparecendo das prateleiras, além da carne bovina que subiu como há anos não se via. Nestes dias de inflação, as grandes redes de supermercados conseguem enfrentar a situação com certa tranquilidade, mas os pequenos comércios, como padarias e vendas de bairro, sofrem.

Para Fabian Júnior, Co-founder da SaveCash, tartup de gestão de marketing para comércio e cashback para consumidores, esses pequenos negócios só conseguem enfrentar a tempestade quando toda a sociedade perceber que o comércio local é uma alternativa viável:

“Os pequenos estabelecimentos que trabalham com a venda de alimentos, independente do segmento, sentem na pele que não está fácil encarar esta escalada de custos, incluindo o transporte que aumentou pela alta dos combustíveis e quanto mais longe da origem, mais caro o produto fica”

Cashback+social como forma de incentivo ao consumo local
Para impulsionar os pequenos negócios, que nem sempre possuem este fôlego financeiro, o cashback+social passa a ser um caminho interessante pela natureza do dinheiro de volta para o consumidor.

Fabian explica que o consumidor também sente a crise e busca pelo menor preço. Neste ponto, é complicado que uma venda de esquina familiar consiga superar ofertas de grandes redes atacadistas, mas quando oferecem dinheiro de volta, o cenário muda:

“Quem compra pode até pagar um pouco mais caro, mas quando tem seus 2 ou 10 por cento deste valor de volta, trata-se de uma nova compra sem gastar muito. Esta é a arma mais forte que os negócios locais precisam utilizar para conseguir manter o fluxo de venda e não perder clientes para os grandes supermercados” finaliza Fabian.

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