Cirurgia reparadora: procedimento pode reparar funções e melhorar a autoestima

Quando o assunto é cirurgia plástica, muitos pensam imediatamente nos exemplos ligados à beleza, chamadas de procedimentos estéticos. O fato é comprovado pelos dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), que apontam que 77% das cirurgias plásticas no Brasil são realizadas com essa finalidade. No entanto, outro tipo de cirurgia merece atenção: a reparadora. Mesmo correspondendo à apenas 23%, são elas que devolvem a qualidade de vida do paciente, tanto física quanto emocional. “Esses procedimentos normalmente tem a finalidade de reparar a função, mas podem também, melhorar a questão estética, que impacta diretamente na autoestima do paciente”, explica. “Por conta das cicatrizes e deformidades, a pessoa pode apresentar quadro depressivo, modificar negativamente os hábitos de vida e se afastar do convívio social, por vergonha ou medo da reação dos outros ao ser vista. Neste ponto, que a cirurgia reparadora pode ser fundamental para a melhora emocional”, completa Ribeiro.
Entre os tipos mais comuns de cirurgia plástica reconstrutora estão: cirurgia dos membros inferiores e superiores, reconstrução mamária, queimaduras, cicatrizes, tumores e reconstrução de orelha. Os dados da SBCP divide os tipos da seguinte maneira: 43% são relacionadas a tumores, 13% vítimas de acidentes urbanos, 12% são portadores de situações congênitas e 12% vítimas de queimaduras.
Já a indicação de quando realizar o procedimento ou não, deve ser analisada junto ao paciente. “É importante que o médico avalie quais os resultados que serão obtidos com o procedimento e esclarecer tudo isso ao paciente, dizendo a ele se o que procura poderá ser obtido ou não, para que não haja frustração, por exemplo”, finaliza o médico.

Agência Casa de Notícias por  imcgrupo.com 

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