Trocar as ruas pelos céus está cada vez mais no gosto do brasileiro

Quem nunca desejou poder voar de um lugar ao outro e escapar de longos congestionamentos no trânsito? Essa possibilidade está cada vez mais próxima e presente, com o grande aumento do número de helicópteros que cruzam os céus, principalmente das capitais brasileiras. A cidade de São Paulo, por exemplo, foi consagrada a capital mundial do helicóptero pela Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe), ao ultrapassar a cidade de Nova Iorque em número de aeronaves e decolagens. São cerca de 410 aeronaves paulistanas registradas contra apenas 120 norte-americanas, o mesmo número registrado no Paraná. 

Trocar as ruas pelos céus está cada vez mais no gosto do brasileiro. Até outubro de 2015, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) contabilizou 2.191 helicópteros em todo o país. Já o número de pilotos em atividade somam 2.133 até o mesmo período, sendo que quase um terço das licenças – 768 – foi retirada apenas neste ano. 

Para fazer parte deste mercado em ascensão, o caminho é bastante prático e curto. Com um curso de apenas 3 anos, que inclui aulas teóricas e práticas, é possível se tornar piloto de helicópteros de pequeno, médio e grande portes. De olho nessa tendência, o Centro Tecnológico Positivo, de Curitiba (PR), aliou a expertise adquirida com o Curso de Pilotagem Profissional de Aeronaves e lançou o Curso Superior de Tecnologia em Pilotagem Profissional de Helicópteros. Para Fábio Augusto Jacob, coordenador do curso, este é um mercado ainda pouco explorado e que tem muito potencial. “O número de helicópteros no Brasil cresce exponencialmente e esse é um veículo que tem diversos usos ainda pouco explorados. Com isso, será preciso um número muito maior de pilotos certificados”, analisa ele. 

A média salarial dos futuros pilotos é bastante atrativa, começando em torno de R$ 2.950,00, com a possibilidade de chegar até R$ 11 mil mensais, com base em experiência e horas de voo. Para Marcelo Graciotti, presidente da Abraphe, a falta de informação e de profissionalização sempre foi a maior barreira do setor de aviação de hélices rotativas. “Quanto mais difundirmos a área e profissionalizarmos o setor, melhor será para o mercado. A atuação do Centro Tecnológico Positivo na aviação só contribui para caminharmos nessa direção”, avalia Graciotti. 


Sobre o Centro Tecnológico Positivo – O Centro Tecnológico (CT) Positivo materializa, na Educação Superior, a excelência que o Grupo Positivo alcançou na oferta de educação. Para assegurar uma sólida formação profissional, com base nos valores do saber, da ética, do trabalho e do progresso, e adequada às exigências do mercado de trabalho, mantém parcerias com diversas entidades nacionais e internacionais. Fundado em 2009, o CT Positivo oferece Cursos Superiores de Tecnologia (Tecnólogos) objetivos, práticos e rápidos, com duração de dois a três anos, em cinco unidades: Batel, CIC, Ecoville, Hauer e Praça Osório. Entre os diferenciais do Centro Tecnológico Positivo estão a infraestrutura de ponta, com salas e laboratórios modernos e especializados; o corpo docente com experiência prática; a oferta de disciplinas em formato modular; e os programas dos cursos construídos em parceria com empresas.

Central Press

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