Newton estimula iniciação científica, caminho certeiro para um bom emprego e para uma sociedade melhor

Pesquisadores e profissionais com perfil investigativo são mais bem vistos pelo mercado de trabalho; Em linha com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, os Programas da Newton procuram inserir o aluno desde cedo em projetos de pesquisa, em todas as áreas de conhecimento

Um poste autossustentável movido à energia fotovoltaica e que pode diminuir os gastos com iluminação pública nas cidades, e uma investigação sobre os fatores relacionados a quedas de crianças que pode determinar medidas eficientes para evitar novos acidentes. Estes são apenas alguns dos projetos gerados pelos Programas de Pesquisa e Extensão da Newton, que há quase vinte anos encontrou o caminho para, através da investigação científica e de ações na sociedade, contribuir para melhorar a vida das pessoas e do ambiente em que elas vivem. Os dois projetos, além de um estudo sobre o impacto do Programa Escola Integrada, da Prefeitura de Belo Horizonte, foram apresentados na segunda edição do EUREKA! Suas ideias podem transformar o mundo!, evento criado pela Newton para celebrar os trabalhos de iniciação científica e demonstrar como a pesquisa acadêmica pode contribuir  para o desenvolvimento de cidades mais sustentáveis, humanas, inteligentes e menos desiguais.

“A pesquisa acadêmica é um grande diferencial para quem quer se destacar na carreira”, diz a coordenadora da Iniciação Científica (IC) da Newton, Cínthia Pacheco, lembrando que profissionais que unem experiência prática e conhecimento acadêmico são cada vez mais valorizados. “Empresas e universidades vêm se aproximando no intuito de colocar mais pesquisadores e profissionais para pensarem, juntos, em melhores soluções”, diz. Segundo ela, para uma educação de qualidade e para se ajustar a uma sociedade em constante transformação, o ensino, a pesquisa e a extensão devem caminhar juntos e de forma indissociável.  “A missão da universidade hoje não é apenas promover o conhecimento. Precisamos desenvolver indivíduos capazes de buscar e encontrar respostas para os problemas que permeiam a sociedade, e quanto mais precocemente o aluno for inserido em projetos de pesquisa, mais cedo ele terá as competências desejadas em um profissional de nível superior”, afirma a coordenadora.

É o caso de Felipe Gouvêa Pena, ex-aluno de Iniciação Científica da Newton e que atribuiu ao Programa de Pesquisa um grande impulso na sua carreira. Aos 24 anos, ele já finalizou uma especialização e um mestrado na UFMG e é professor temporário da Universidade Federal de Ouro Preto. Como ele, tantos outros ex-alunos do Programa de Iniciação Científica da Newton são hoje professores universitários e pesquisadores. Mas os benefícios da IC não se limitam ao mundo acadêmico. “O aluno que ingressa na iniciação científica desenvolve um espírito investigativo e se torna mais criativo e arrojado, o que acaba se tornando um diferencial em qualquer carreira que ele opte por seguir. Claro que o objetivo maior é identificar talentos para a ciência, mas os ganhos são enormes também para quem opta por outros caminhos, pois ela aflora a capacidade necessária para inovar e desenvolver novas tecnologias e soluções”, explica Cínthia.

No ramo automobilístico, por exemplo, há diversas empresas que optam por profissionais com perfil de pesquisadores, capazes de desenhar veículos muito mais inteligentes, a partir de processos de produção muito mais eficazes, com menos desperdício e pensando no meio ambiente. Neste caso e em tantos outros, um aluno de IC da Newton tem ainda mais chances e diferenciais, já que os programas de pesquisa da faculdade estão alinhados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas e fazem parte das agendas internacionais.

Alunos de graduação da Newton contam com vários programas de pesquisa, que podem ser conhecidos em https://www.newtonpaiva.br/projetos/iniciacao-cientifica.

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