Jovens de 16 anos produzem e distribuem gratuitamente extensores de máscaras para ajudar profissionais de saúde

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A pandemia causada pelo novo coronavírus inspira boas ações em todo o mundo. Em Curitiba (PR), dois jovens de 16 anos, passaram a imprimir, em casa, extensores para orelhas, que ajudam a aliviar a dor e o desconforto causado pelas longas horas de uso de máscaras por profissionais de saúde. Até agora, já foram entregues cerca de 3.500 extensores para profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba. 

O projeto começou com dois estudantes do 3° ano do Ensino Médio do Colégio Positivo Internacional:, Jhony Minetto Araújo e João Pedro de Ribas Nunes. No início, os jovens também receberam ajuda de alunos e familiares do Colégio. Atualmente, sete pessoas estão envolvidas na produção, entre as famílias dos jovens e o Liceu de Ofícios Inovação Cidadania Cajuru (Fab Lab). “Agora, estamos trabalhando na produção de um novo modelo, que será mais útil e confortável”, conta Jhony. 

No início, os extensores eram produzidos com os materiais que os meninos tinham em casa, mas com a expansão e a demanda, eles conseguiram arrecadar doações para ampliar a produção. De acordo com Jhony, o material usado atualmente é compostável e com custo relativamente baixo. “Com 1kg de matéria-prima, conseguimos produzir mais de mil extensores”, conta. Porém, ele ressalta que, para suprir a demanda de grandes hospitais, como o do Trabalhador e o Zilda Arns, precisam de doações. 

A capacidade de produção pode atingir 250 extensores por dia. “Tive um grande sentimento de alívio por ter conseguido atingir o que eu esperava no início. Fico feliz em saber que a nossa atitude foi de grande valia para esses profissionais, pois é algo pouco notado pela população em geral, mas que tem grande impacto no dia a dia dessas pessoas. Agora, com mais apoio, o objetivo é continuar a produção e, quem sabe, ampliar a doação para outras cidades, pois já estamos recebendo pedidos”, conta. 

Sobre o Colégio Positivo 

O Colégio Positivo compreende oito unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo –  Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Colégio Positivo – Internacional, o Colégio Positivo – Água Verde, o Colégio Positivo – Boa Vista e o Colégio Positivo – Batel atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à Educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR).

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