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Tendências do mercado imobiliário para 2023

Pesquisa aponta que 62% dos empresários do setor acreditam no crescimento do mercado imobiliário no ano que vem

Segundo o levantamento realizado pela Brain Inteligência Estratégica, em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), 55% dos empresários do setor imobiliário apontam que as vendas de 2022 estiveram de acordo ou acima das metas previstas para o período. O ano, apesar de não superar 2021 – que teve a maior movimentação imobiliária da história – é considerado ótimo para o setor, que esperava uma queda com as altas taxas da Selic nos últimos meses.

Avelino Neto CEO da Yogha

Ainda segundo os dados da pesquisa, a tendência favorável deve se manter em 2023 com o aquecimento da construção de novos empreendimentos. O motivo principal para esse crescimento é, entre outros aspectos, a mudança no estilo de vida das pessoas, que passam a enxergar a moradia como um extensão ou mesmo parte de suas atividades laborais. “São movimentos que convergem para um mesmo ponto: pessoas que querem unir trabalho e vida pessoal no mesmo local onde vivem e investidores que enxergam cada vez mais o mercado imobiliário como um investimento seguro e rentável. Isso impulsiona as incorporadoras e todo o mercado”, afirma o CEO da Yogha, Avelino Neto.

Reforçando essa tendência, o levantamento da Brain Inteligência Estratégica também mostra otimismo por parte dos empresários do setor, sendo que 62% dos entrevistados acreditam que o mercado imobiliário estará melhor em 2023. “2022 foi um ano de muito aprendizado e crescimento, que marcou uma nova forma de enxergar a moradia, com uma alta expressiva no número de pessoas que passaram a ver nas moradias flexíveis a melhor opção custo-benefício, principalmente para pessoas que trabalham de forma remota”, conta o CEO.

Avelino conta que em 2022 Yogha teve um crescimento vertiginoso no seu portfólio de anfitriões, que ao todo somam 223 apartamentos disponíveis para locação por temporada. Esse aumento também se reflete na quantidade de locatários que veem na Yogha uma opção de alta qualidade quando o assunto é a escolha de uma moradia flexível, sendo que hoje a startup conta com mais de 30.000 clientes fidelizados que já passaram pelas suas acomodações. “Entender o mercado é fundamental e nós sempre estivemos muito atentos a isso. Desta forma conseguimos atrair muitos investidores e anfitriões que depositam em nossas mãos a confiança de seus imóveis. Mas também é fundamental entender o que os clientes/locatários querem, por isso focamos em oferecer opções diversificadas e na experiência do cliente. Hoje estamos com um NPS de 86 e pretendemos melhorar cada vez mais esse termômetro com ações como ampliar opções de serviços pay-per-use integradas aos condomínios, novas experiências recreativas para os nossos inquilinos e investimentos reforçados em inovação digital, com foco em gerar ainda mais valor às jornadas de proprietários e inquilinos.”, conta Avelino. 

 Novo perfil de consumidor

É inegável que a pandemia refletiu no comportamento dos consumidores, movimentando ainda mais o mercado de imóveis por temporada. O motivo, segundo Avelino, é o crescimento do trabalho remoto, uma tendência que de acordo com o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) atinge 20,4 milhões de pessoas no Brasil, cerca de 24% do total da população ocupada no país. “Em consequência ao aumento do trabalho remoto, as incorporadoras vêm investindo em empreendimentos que oferecem espaços compartilhados como coworkings, varandas multifuncionais e outras facilidades como lavanderias compartilhadas, espaço kids, espaço gourmet, minimercados, etc, transformando os condomínios em verdadeiras mini cidades”, diz.

Outra questão que deve impulsionar o mercado imobiliário em 2023 é o desenvolvimento da tecnologia, principalmente em relação ao uso de plataformas e assinaturas digitais, o que facilita o fechamento dos contratos de imóveis e a gestão como um todo. “O movimento digital do mercado imobiliário é certamente algo que seguirá crescendo vertiginosamente. Seja para os locatários, seja para inquilinos, hoje plataformas como a Yogha possibilitam que todo o processo possa ser feito de forma 100% remota e segura”, finaliza Avelino.

Sobre a Yogha – Fundada em 2016, a Yogha é uma startup de moradias por assinatura que atua em Curitiba, administrando mais de 200 imóveis. Em seu portfólio, a empresa conta com mais de 38000 clientes e 183 parceiros investidores que por meio da Yogha têm uma gestão integral de seus imóveis de forma 100% digital e inovadora. Para conhecer mais, acesse: www.yogha.com.br